segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

EU

Eu sou o que de mau há
Em mim.

Da real irrealidade, a máscara
amófica do não-eu.

Da morta vida, a tristeza
em desconexa medida.

Do amor que sinto, o peso
da cadência aleijada
que me vem do coração
Lazarento.

Fúlvio Stadler
1.994

Nenhum comentário:

Postar um comentário