Eu sou o que de mau há
Em mim.
Da real irrealidade, a máscara
amófica do não-eu.
Da morta vida, a tristeza
em desconexa medida.
Do amor que sinto, o peso
da cadência aleijada
que me vem do coração
Lazarento.
Fúlvio Stadler
1.994
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
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