Que sensação absurda
Que devaneios inquietantes
Que sonhos apetitosos
Que arrepiam a alma
Que transtornam o sono
Que ausência deselegante
Esta falta do teu abraço
Do sussurro de teus lábios
Aos meus ouvidos cobiçosos
Das confissões de teus desejos
Que despertar impertinente
Que desalento indelicado
Que transpassa o Eu consciente
Da presença tão distante
Mas muito bem sonhada.
Fúlvio Stadler
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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LINDAS PALAVRAS!!!!!!!!!BJS
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